Regras de dedução do Leão na declaração anual
Na DIRPF, o contribuinte escolhe entre duas formas de apuração. O modelo simplificado aplica um percentual fixo sobre a renda tributável. O completo exige comprovantes e permite abater despesas previstas na legislação. A calculadora mostra o imposto devido em cada cenário com a tabela progressiva vigente.
1. Modelo Simplificado
O desconto padrão corresponde a 20% dos rendimentos tributáveis, limitado ao teto legal cadastrado no banco. Esse desconto substitui as deduções legais. É útil quando há poucas despesas dedutíveis ou quando a documentação é insuficiente.
2. Modelo Completo
Somam-se as deduções legais: contribuição previdenciária oficial (INSS), valor anual por dependente, despesas médicas com comprovante, educação até o teto por estudante e previdência privada PGBL até 12% da renda tributável. A base de cálculo é a renda menos esse total; em seguida aplica-se a tabela progressiva anual.
3. Quando o Completo costuma vencer
Quem tem muitos dependentes, gastos altos com saúde, educação perto do limite e aportes relevantes em PGBL tende a pagar menos no modelo completo. Se as deduções ficam abaixo do desconto de 20% (já considerando o teto), o simplificado costuma ser mais barato.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre o modelo Simplificado e o Completo?
No Simplificado, a Receita aplica um desconto padrão de 20% sobre os rendimentos tributáveis, limitado a um teto legal. No Completo, você informa deduções legais e a base fica menor quando essas despesas são relevantes.
As faixas anuais de IRPF vêm de onde?
As faixas progressivas, a dedução por dependente, o teto do desconto simplificado e os limites de educação e PGBL são lidos do banco de dados (tabela irpf_anual).
Despesas médicas têm teto na declaração completa?
Em regra, despesas médicas com comprovantes não têm teto no modelo completo. Já educação e PGBL respeitam limites legais.
Veja também a calculadora de salário líquido, a de 13º salário ou o hub de calculadoras.