Conheça Almenara
Almenara é um município do estado de Minas Gerais (MG), na região Sudeste do Brasil. O cadastro municipal registra população estimada de 42.019 habitantes (IBGE). O PIB per capita municipal, conforme contas regionais do IBGE, fica em torno de R$ 20.164,42. Nesta página você encontra indicadores de custo de vida atualizados: aluguel médio de 1 quarto no centro em R$ 3.365,00, cesta básica estimada em R$ 578,19, combustível a R$ 6,12/L (ANP), conta de luz residencial em torno de R$ 135,49 (ANEEL). No índice Custo de Vida Brasil (referência São Paulo = 100), Almenara registra 89 pontos.
Almenara é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Localiza-se no Vale do Jequitinhonha, às margens do Rio Jequitinhonha, e sua população em 2022 foi recenseada em 40 364 habitantes.
Durante muito tempo Almenara teve a maior praia fluvial do Brasil,a praia da Saudade. A poluição do Rio Jequitinhonha, causada pela extração do ouro feita com mercúrio trouxe danos imensos ao rio, diminuindo seu volume e, consequentemente alterando seu curso, retirou-lhe este atrativo.
A região vive essencialmente da pecuária, artesanato e terceiros. É uma das cidades mais populosas e bem econômicas do Vale do Jequitinhonha. Almenara viveu os seus tempos áureos na época que compreende os anos entre 1975 e 1995 e depois entrou em uma decadência profunda devido à falta de geração de renda que a pecuária extensiva propicia. Mas esse cenário vem mudando como a chegada de uma empresa de mineração a Magnesita S.A, redes de lojas,[carece de fontes?] sendo considerada, também um polo regional de educação que abrange toda a região do médio e baixo Jequitinhonha com a chegada do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Almenara (IFNMG) oferecendo cursos de graduação e universidades como a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Universidade Norte do Paraná (Unopar), Universidade de Almenara (Alfa), Universidade de Montes Claros (UNIMONTES), dentre outras.
Histórico administrativo
A penetração no Vale do Jequitinhonha teve início no séc. XVI e obedeceu ao que se pode chamar de determinismo histórico da colonização pelo Europeu quando algumas expedições exploradoras foram organizadas para avançarem os sertões e descobrirem novas riquezas e assim manterem sua sobrevivência na comunidade européia. A expedição de Francisco Bruza Espinosa (1553/1554), acompanhada do jesuíta padre Aspilcueta Navarro, foi a primeira a penetrar nas terras do Jequitinhonha. A entrada de Espinosa-Navarro, acompanhando o Rio Jequitinhonha, chegou à Serra do Espinhaço, na região do Serro, Diamantina e Minas Novas, alcançando também a foz do Rio, no município de Belmonte. Outra expedição, a de Sebastião Fernandes Tourinho (1573), encorajada pelas notícias das potencialidades do solo e da existência de jazidas de esmeraldas, partiu em busca de minerais, passando pelo rio Araçuaí. Tourinho recolheu turmalinas, crisólitas, safiras, topázios, berilos e águas marinhas. No ano seguinte, a expedição de Antônio Dias Adorno subiu o Rio Jequitinhonha e no solo do vale do Araçuaí colheu pedras e minérios que revelavam a existência de metais preciosos.
Fontes: indicadores de custo de vida Custo de Vida Brasil (IBGE, ANEEL, ANP, DIEESE); histórico e geografia via Wikipedia e IBGE Cidades@.